"a fotografia não foi condenada a seguir os passos da pintura, e nem estava destinada a ser um produto híbrido entre a pintura e um processo mecânico, não pertencendo a nenhum dos dois. Pelo contrário, dentro das limitações do meio não há fronteiras impostas à imaginativa e criativa vontade do fotógrafo. Mesmo a mais bela e a mais perfeita fotografia, sempre terá os estranhos e incompreensíveis elementos da vida cotidiana, capturada pela máquina, que a fará diferenciar da pintura (...) e por tudo isso, a fotografia assume o legítimo direito de ter um lugar, com toda sua especificidade, no grande reino da arte".
Heinrich Schwarz, Art and photography - forerunners and influences, 1987, p. 84.
Heinrich Schwarz, Art and photography - forerunners and influences, 1987, p. 84.
Nenhum comentário:
Postar um comentário